Eduardo Rocha
Um processo de gestão por resultados explicita, em níveis tangíveis e mensuráveis, as expectativas com relação aos gerentes, equipes e indivíduos de uma organização. Ele mostra as relações de interdependência e sinergia e os desafios de cada componente do processo, ajudando no atendimento das necessidades de associação, reconhecimento e auto-realização do ser humano.
Para tanto, é básico que a fixação dos resultados seja feita de maneira participativa encorajando a co-responsabilidade e a criatividade de todos.
Outro cuidado a ser tomado é quanto ao sistema de monitoração e controle, que sem ser fiscalizador, deve ajudar a consecução dos resultados, evitando as frustrações causadas pelos fracassos. A fixação de resultados e o sistema de controle devem enfatizar a passagem “do discurso à prática” ou “das intenções às ações”.
Todo este processo tem como base uma filosofia participativa. Isso traz, como conseqüência, a necessidade do exercício da negociação e administração de conflitos, quer entre os líderes e colaboradores, quer seja entre os pares.
Então, o desenvolvimento de habilidade nos indivíduos e equipes envolvidos, que, possibilitem o uso eficaz de todos os mecanismos acima descritos é condição necessária, apesar de não suficiente, para a eficácia do processo.
Eduardo Rocha é consultor organizacional CMC e Diretor de Desenvolvimento Profissional do IBCO
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